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Olá, fico muito feliz que tenha chegado até aqui…

Imagino que queira saber um pouco mais sobre o Personal Branding e como ele pode ser útil para você, certo?

Bem, seja você um curioso, alguém em busca de mais insights para sua marca pessoal e carreira, ou mesmo, um especialista fazendo benchmarking.. espero que nossos conteúdos contribuam para uma visão mais estratégica a cerca de si mesmo e seu modelo de negócio.

Então, você já se pensou como uma marca? Não? Pois deveria.

Para você que está chegando agora e não tem a menor ideia do que estou falando – porém, está sentindo a necessidade de reconhecimento em sua carreira, maiores resultados para seu negócio e protagonismo em sua vida, apresento-lhe o PERSONAL BRANDING.

Sim, você vai me ouvir falar muito sobre o assunto, pois acredito que há uma vida antes do Personal Branding e outra depois.

Então, antes de falar sobre o que é Personal Branding e sobre suas infinitas possibilidades, quero ressaltar aqui em minha visão e a de experts do mercado global na área, o que DEFINITIVAMENTE NÃO É PERSONAL BRANDING.

  • Não é Coaching, nem Consultoria de Imagem, tampouco Marketing Pessoal – estas 3 frentes fazem parte do Personal Branding, mas não o definem.
  • Uma palavra chique para “Narcisismo”
  • Autopromoção
  • Uma moda passageira, que em breve a ser substituída pela próxima “melhor coisa”.
  • Uma oportunidade de se gabar de você.
  • Apenas um slogan bacana para um currículo, headline de linkedin e assinatura de e-mail.
  • Apenas uma declaração de marca listando suas áreas funcionais de expertise.
  • Não trata-se apenas de sua Presença Digital, Site, Redes Sociais,ou seja, sua Imagem Online
  • Não é Marca Pessoal
  • Não é algo superficial, que não exija técnicas, estratégias e ferramentas adequadas, para além de capacidade de gestão
  • Não trata-se de conseguir likes e seguidores, estes, podem ser consequências, não objetivos.
  • Não é algo somente para Artistas, Celebridades, Esportistas, ou seja, figuras públicas.

QUERO DESCOBRIR COMO O PERSONAL BRANDING PODE IMPULSIONAR MINHA CARREIRA

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Para além destas questões, gostaría de compartilhar sobre alguns EQUÍVOCOS que as pessoas cometem ao pensar o PERSONAL BRANDING, são eles:

Para ter uma marca pessoal forte – você precisa criar uma imagem

Nada poderia estar mais longe da verdade. Assim como nas marcas corporativas, marcas pessoais fortes são baseadas na realidade. Não são fabricadas. Quando você ‘constrói sua marca’, você deve basear-se em autenticidade – quem você realmente é. Isso significa que você precisa se aprofundar no que é importante para você, o que o diferencia dos outros e em que valor você pode contribuir para aqueles que tomam decisões sobre você.

Por isso, por mais que falamos ou leiamos sobre “construir uma marca pessoal”  não corroboro muito com esta sentença, trata-se mais de “descobrir a sua marca pessoal” por isso sempre digo: “Todos possuem uma marca pessoal, a diferença está em quem a gerencia e quem não, garantindo o reconhecimento de sua proposta de valor por parte de seu público-alvo, e claro, este processo garante que você seja conhecido, reconhecido e eleito pela sua audiência, consolidando seu posicionamento no mercado e trazendo lucratividade e resultados para sua carreira e negócio.”

Agora, você pode sim “construir uma imagem” que inclusive não tenha qualquer aderência à sua identidade, com que seja apenas interesseira e não interessante, ou ainda que seja uma versão fake e este é um terreno de areia movediça. Não recomendo.

Personal Branding é uma atividade sobre “eu, eu e eu”

Sua marca, embora fundada em quem você é, é realmente realizada nos corações e mentes daqueles que o conhecem. Você pode andar o dia todo falando sobre como você é a pessoa mais estratégica da sua empresa, mas se pedirmos a dez de seus colegas e clientes internos para descrevê-lo, e nenhum deles disser que você é estratégico, você não possui o atributo de marca da estratégica. É por isso que você precisa validar o que sabe sobre si mesmo com comentários externos. 

Nem mesmo confunda com Marketing Pessoal e com Autopromoção. Personal Branding não é sobre Você, é sobre os outros. Isso mesmo, é sobre gerar valor para os outros. Não se trata muitas vezes de enjoar sua audiência, mas de fazê-la sentir saudades suas, pegou esta?

Personal Branding é sobre ser Famoso

Personal Branding não é sobre ser famoso, nem ter muitos seguidores nas redes sociais, nem sair em colunas sociais; é sobre ser seletivamente famoso. Isso significa que você precisa entender as pessoas que você procura influenciar – e você precisa estar sempre presente para essas pessoas. Para o resto do mundo, você pode viver em completa obscuridade. Assim como a Volvo sabe que sua promessa de proteção e segurança é importante para os pais – especialmente para os recém – nascidos, você precisa saber quem precisa ouvir sua mensagem e precisa concentrar seus esforços de marca neles.  Trata-se de um esforço direcionado – foco.

Marca pessoal é diferente da marca profissional

Nos Workshops e Palestras que faço, sempre me perguntam se eu deveria estar focado na minha marca pessoal ou na minha marca profissional. Eu acredito que elas são a mesma. Claro, você pode exibir comportamentos com amigos e familiares que são sutis ou diferentes daqueles que você exibe no trabalho, mas deve sempre haver um fio de consistência em todas as suas ações e interações. É aí que você encontra o núcleo da sua marca. Você pode chamá-lo de marca pessoal ou profissional, mas é tudo a mesma coisa – é o que as pessoas podem esperar de você.

Marcas Pessoais diluem as marcas da empresa

Quando se trata de marcas pessoais dentro das empresas, não é uma situação A ou B. Na verdade é A + B. As empresas mais bem-sucedidas ajudam seus funcionários a descobrirem e gerenciarem suas marcas pessoais para que possam aplicá-las à missão corporativa. Pense nisso como uma marca pessoal aplicada – na qual cada colaborador  cumpre a promessa da marca de uma maneira autêntica para ela.

Gerenciar sua marca pessoal é egoísta e narcisista

Se você pensa em branding pessoal exclusivamente como uma forma de se tornar conhecido, então você está adotando uma abordagem narcisista – e provavelmente não será muito bem-sucedido. As marcas pessoais mais veneradas e cobiçadas pensam na sua marca como uma forma de fornecer valor aos outros – para contribuir de uma forma única. Quando você pensa sobre sua marca como uma maneira de atingir sua missão pessoal em apoio aos outros, você está no caminho certo.

Gerenciar minha marca pessoal me torna desleal com minha empresa

Sua empresa precisa de você para fortalecer sua marca. No passado, as empresas tinham um porta-voz para seus stakeholders. Eu mesma, enquanto Relações Públicas já acompanhei de perto este papel. Hoje, graças à transparência e às mídias sociais, cada funcionário é um canal de comunicação para a empresa – e isso significa que você precisa gerir muito bem sua marca.

Quando você tem uma marca forte, você agrega valor extra à sua empresa. Você constrói um fã-clube, pode contratar funcionários com mais facilidade, pode abrir a porta para clientes e parcerias, etc. E quando você está disposto a compartilhar o conteúdo de sua empresa com seus fãs, você aumenta muito o impacto dessas comunicações.

Personal branding e autopromoção são sinônimos

As pessoas pensam que o branding pessoal envolve dizer às pessoas como você é grande. Claro, há um pouco de autopromoção envolvida, mas a parte mais importante da marca pessoal está no “show” (mostre), não no “tell”(conte).  A marca pessoal significa demonstrar o que faz você ser ótimo em tudo que faz todos os dias.  Conheça a promessa da sua marca e integre-a em todas as suas atividades diárias.

Não precisa de estratégia na internet

Hoje, é mais provável que sua primeira impressão seja formada online e não pessoalmente. Isso significa que você precisa construir uma marca digital que seja congruente com sua marca do mundo real. Não importa quem você é, que cargo você tem, quais são seus objetivos profissionais, você precisa ter uma marca digital que mostre que você é um player no mercado, que transmita sua marca autêntica, que eles a conheçam  queiram se conectar a você pessoalmente. Hoje seu concorrente não está ao seu lado, no seu bairro ou cidade, pode estar em qualquer lugar do mundo, a um click.

Impressione e não decepcione

Sua Marca Pessoal – seu maior ativo. Muitos perdem oportunidades antes mesmo de saber que elas chegariam, foi a conversão que não aconteceu, o email que não chegou a mensagem não enviada, proque não percebeu valor através de sua presença digital, não percebeu congruência entre seus conteúdos nos diversos canais.. enfim.. ou você é uma marca em valoração ou depreciação. Pense Nisso!

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Agora vamos lá…

O QUE É O PERSONAL BRANDING E COMO SURGIU

[Para quem gosta de se aprofundar]

Tom Peters, renomado autor e administrador norte-americano, é considerado o responsável pela popularização do termo Personal Branding (Gestão da Marca Pessoal).

Escreveu pela primeira vez “The Brand Called You” para a edição de 31 de agosto de 1997 da Revista Fast Company.

Peters sugeriu que “o sucesso vem da própria embalagem” e que o Personal Branding nada mais é que “pessoas que comercializam a si mesmas e suas carreiras como marcas”.

Agora quero lhe convidar a pensar no Personal Branding como uma derivação do Branding, que é orientado à Produtos e Empresas, ou seja, neste contexto a conversa começou muito antes de Tom Peters.

Na verdade, Philip Kotler ainda era um bebê de colo e David Aaker ainda nem existia quando a Procter & Gamble revolucionou a maneira de administrar o seu negócio, formando equipes específicas para cada uma de suas marcas em 1931. O homem por trás da mudança foi Neil McElroy, um inquieto rapaz de 27 anos que entrara como estagiário —entregando correspondências— seis anos antes e já era gestor de promoções da já grande P&G, além de ser a principal mente de marketing da empresa. 17 anos depois, Neil se tornaria o presidente, cargo que só deixaria para servir o governo dos Estados Unidos em 1957.

A ideia original de gerenciar cada marca separadamente foi de R. R. Deupree, o então presidente da empresa, mas Neil foi responsável por formalizar e executá-la brilhantemente. Neil McElroy criou um memorando que praticamente deu origem ao que conhecemos hoje como branding.

Marcas existem somente na mente das pessoas, e é por isto que elas precisam ser ao mesmo tempo, identificáveis e diferenciadas.

E, posteriormente ao Tom, em 1981, Al Ries e Jack Trout (especialistas em posicionamento estratégico de marcas), trataram do assunto no livro ‘Posicionamento – A batalha por sua mente’.

Muita gente opta por contratar um especialista para ajudar na tarefa de construção da marca pessoal. E é aí que está o primeiro engano, já que a sua marca pessoal não será “criada”, e sim “desenterrada”.

“Marca pessoal é sobre desenterrar tudo o que é verdadeiro e único sobre você e deixar todo mundo saber.” Dan Schawbel

marketing pessoal por sua vez, se trata de uma ação intencional de evidenciação/propagação de seus diferenciais,  skills (habilidades/competências/proposta de valor) etc e saber qual melhor ferramenta, estratégia, canal e momento é imprescindível para alcance dos objetivos ou pode-se colocar tudo a perder.

O melhor Marketing Pessoal é aquele que não é feito de palavras, mas de resultados, venda ações e não apenas promessas. Carla Gonzaga Rabetti

Qualquer um pode ter acesso ao Personal Branding

Uma coisa é certa: todos nascemos com a nossa marca pessoal – é como uma impressão digital. Mas há quem pense o contrário – esse talvez seja, o maior erro de quem critica o Personal Branding.

O segredo para quem quer “fazer e acontecer” e colocar sua marca no topo é se autoanalisar, este seria o primeiro passo. Assim, você poderá descobrir e realçar suas qualidades e, consequentemente, destacar-se em meio à concorrência.

Em muitos casos, percebo que o indivíduo tem certa dificuldade em fazer este processo sozinho, é onde um Especialista em Personal Branding entra neste cenário como um facilitador para a jornada interior de levantamento e descobrimento de assuntos importantes como: Missão, Visão, Crenças, Competências (Atuantes/Faltantes), Objetivos etc. para a construção eficaz de um planejamento de marca pessoal.

Apesar do nome pomposo, é preciso olhar o personal branding com outros olhos, e entender que ele é acessível a todos e aplicável em quaisquer situações. Qualquer pessoa, independentemente de sua condição social ou posição dentro de uma organização, pode desenvolver/potencializar a sua marca pessoal, pois a mesma pode te proporcionar um grande fortalecimento na carreira.

Seja você mesmo – é muito mais fácil

Muitos profissionais contratam alguém para desenvolver a sua marca pessoal, e acabam se surpreendendo com o poder de alcance que esta prática lhe oferece, pois sim, no Personal Branding há Processos, Ferramentas, Estratégias e Gestão.

Existem profissionais o mercado que usam recursos de manipulação, mas o resultado pode ser desastroso: ao invés de uma carreira, a pessoa será nada mais que um ator interpretando um papel em um filme de ficção.

Partindo do princípio de que você precisará se conhecer antes de pensar a sua marca, fica claro que será mais fácil ser você mesmo, sempre – assim, você deixará uma impressão clara sobre a sua pessoa e a sua personalidade, e a sua marcar será, por consequência, fortalecida.

Claro, ser autêntico tem seu preço, assim como, marcas corporativas possuem seus haters (quem as odeie) e seus lovers (quem as admire), nós como marcas pessoais também os possuímos e temos que aprender a conviver com ambos.

É importante destacar que a sua marca pessoal só poderá ser sustentada se você tiver crenças, valores e qualidades bem definidas. Até porque o objetivo do personal branding não é “coisificar” alguém.

Ao contrário: é destacar aquilo que você tem de melhor. Imagem e visibilidade online são apenas a cereja no bolo – o que vale, de fato, é o que você acredita e tem dentro de si, quais resultado traz consigo em sua jornada, como você é conhecido e reconhecido em sua rede, o que falam de você quando você não está presente e que externaliza nos ambientes ao qual convive, em sua empresa, em sua rede de contatos, em suas amizades.

Esta – lembre-se sempre – é a sua marca.

(Minha análise com base em Insights e Recortes de Willian Arruda, Meg Guiseppi, Tom Peters, Ar Ries, Jack Trout, Dan Schwabel)

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